O jantar de boas-vindas
Acabo de voltar do primeiro compromisso “oficial” no júri. O jantar de boas-vindas para o júri de Direct e Promo. 36 jurados, mais diversos membros da organização do Festival. O combinado era que todos os jurados se encontrassem no lobby do hotel às 19:45. Então fiz minha primeira burrada. Uma dessas que nunca faço: simplesmente esqueci de ajustar o horário do computador. Ou seja, estava uma hora atrasado, mandando e-mails tranquilamente. Por sorte, a ‘manager’ do nosso júri, uma chilena chamada Maureen, ligou e com um delicado “sorry if I wake you up” fez com que eu tomasse banho e me vestisse em 40 segundos. Quando cheguei no lobby ainda faltavam 4 jurados, ou seja, minha indelicadeza quase não chamou a atenção. O jantar foi no restaurante La Côte do Carlton Hotel. Jurados do mundo inteiro misturados, tentando quebrar o gelo. Mas funciona. Os lugares são marcados. Antes de servirem os pratos, Phil Thomas o CEO do Festival, em nome de Terry Savage o chairman (que também estava presente) dá as boas-vindas a todos. Na minha mesa estavam Nathalie Cachet da Piment DDB de Paris, muito menos séria do que parecia ser por seu curriculum, Rosham Abbas, um Indú que toca uma agência independente com 240 profissionais, Tadahiro Ikenaga, da Dentsu, que como bom japonês, fez a lição de casa e sabia nome e função de todos na mesa (foi o único que leu todos os curriculuns e decorou), Natasha Stepanuk, da IQ de Moscou, muito simpática e adorou a história de vende e compra da Bullet, Cristina Barturen da Euro RSCG 4D, que é formada em psicologia, comunicação e tem especialização em Mídia Estratégica por Berkley (como diria Chester, não tenho nem roupa para falar com ela) e Diego Echandi da Argentina. Fora desse grupo, conversei com a suíça Danielle Lanz e o sueco Jesper Holst, além do neo-zelandês Andy Blood que insistia em nadar no mar “fosforecente” após o jantar. Enfim, o júri começa a tomar forma. Falei pouco com Armin Jochun, o presidente, fui apenas apresentado para o holandês Mischa Schreuder, o australiano Ben Coulson, o austríaco Joachim Glawion, e nem vi o canadense Rico DiGiovanni, o americano Willian Rosen, Rowan Chanen de Singapura e Joanina Pastoll da Africa do Sul.
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Boa sorte com a maratona de trabalho!
Boa maratona Neto e sorte pra todos nós. Até mais…! abç
Lógico que os holofotes acabam ficando sobre os prêmios e a performance do país de uma maneira geral. Mas um dos grandes charmes desse festival talvez seja justamente essa experiência multicultural, a troca de idéias e os bate-papos. De resto, é trabalho pesado.
Belo trabalho de reportagem, Neto. Delícia de ler. Vc anotou os nomes todos para escrever o post no iPhone? O colou do site depois?
Não tenho nem roupa pra ler esse blog!
Michel
Eu decorei
Not!
Tem um dossier com o nome da galera toda
Cris,
Pra dizer a verdade, nem eu.